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FILOSOFIA

A Filosofia é uma concepção do mundo e da vida, é amor pela sabedoria, é reflexão crítica e investigativa do conhecimento e do ser. António A. B. Pinela.



Domingo, 30.08.15

HISTÓRIAS PARA CRIANÇAS CONTADAS POR PASSOS COELHO

Conta Passos Coelho, o ainda primeiro-ministro e presidente do PSD: «Nós para crescer precisamos de financiamento, e para ter financiamento precisamos de pôr as contas em ordem. O resto (…) é uma história para crianças», preleccionou, alegremente Passos, no encerramento da “Universidade de Verão do PSD”, em Castelo de Vide (30.08.2015).

E quais são essas “histórias para crianças” do reportório de Passos Coelho? Rebuscámos apenas algumas, as mais preferidas do contador de histórias "social-democrata":

  1. Corte nos salários;
  2. Corte nas pensões;
  3. Aumento das taxas moderadoras;
  4. Brutal aumento de impostos;
  5. Criação da sobretaxa no IRS;
  6. Deterioração do Serviço Nacional de Saúde,
  7. Sufocação da educação;
  8. Danificação da Segurança Social;
  9. Precariedade no trabalho;
  10. Emigração de técnicos altamente qualificados, cuja formação foi paga com impostos dos portugueses;
  11. Insolvência de milhares de famílias: umas que já não conseguem pagar as rendas aos bancos, perdendo o seu lar; outras que já não conseguem pagar a electricidade, a água e o gás… vivendo abaixo do limiar de pobreza;
  12. Insegurança pública e privada;
  13. Venda dos símbolos de Portugal: TAP, CTT, REN, EDP, ANA (Aeroportos de Portugal) etc.
  14. Afrontamento sistemático do Tribunal Constitucional…

Eis, as “histórias” que o grande pensador social-democrata, Passos Coelho, gosta de contar às crianças. Histórias que não afectam só as crianças, mas também os pais e os avós destas. Vale a pena que as “crianças” em idade de votar, os seus pais e os seus avós reflictam sobre tais malévolas histórias, antes do dia 04.10.2015. Porque, se a coligação PSD/CDS ganhar as próximas eleições legislativas, crianças, pais e avós não tenham dúvidas, eles terão mais histórias para nos contar, a começar pelo corte de 600 milhões de euros nas pensões; bem como a entrega de parte dos descontos para a Segurança Social a serviços privados que, obviamente, visam o lucro. É aquilo que pomposamente chamam o plafonamento.

Estejam atentos às subtilizas da campanha eleitoral da coligação, que mais não visa que aniquilar o Estado Social, tão duramente conquistado desde o 25 de Abril de 1974. Data que eles tanto odeiam. Será Porquê?

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publicado por António Pinela, eFilosofia às 23:01



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