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FILOSOFIA

A Filosofia é uma concepção do mundo e da vida, é amor pela sabedoria, é reflexão crítica e investigativa do conhecimento e do ser. António A. B. Pinela.

FILOSOFIA

A Filosofia é uma concepção do mundo e da vida, é amor pela sabedoria, é reflexão crítica e investigativa do conhecimento e do ser. António A. B. Pinela.

Dissertação de Mestrado em Filosofia

21.08.19, António Pinela
A FUNDAMENTAÇÃO METAFÍSICA DA ESPERANÇA EM GABRIEL MARCEL Dissertação de Mestrado em Filosofia, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Lisboa, 1996. Resumo da tese publicado na Revista FHILOSOPHICA, N.º 10 (1997), Edições Colibri, Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, pp. 162-168. Quando iniciámos o estudo da filosofia de Gabriel Marcel, ficámos com a impressão de que ele não era muito lido entre nós, impressão que, (...)

Realidade e conhecimento

18.08.19, António Pinela
REALIDADE. Em termos absolutos, “realidade” significa tudo o que existe. Ou, dito de outro modo, tudo o que é ou está: a existência efectiva de alguma coisa, que é verdadeira, que tanto pode designar um ser em particular, como o conjunto dos seres globalmente considerados. Mas há vários estados de realidade: há a realidade exterior (ao sujeito do conhecimento) ― tudo que é ou está para além de nós; mas também a realidade interior (ao sujeito) ― tudo que ocorre em nós, (...)

Como organizar um trabalho escolar

16.08.19, António Pinela
A realização das diversas tarefas escolares, pelos alunos, deverá obedecer a um roteiro ou, mais especificamente, a uma planificação, por forma a facilitar o estudo e obter o sucesso. O aluno não deverá descurar este aspecto da sua aprendizagem, a fim de alcançar bons resultados e, com isso, ganhar tempo para outras actividades de seu interesse. Os bons resultados conseguem-se com uma boa organização do trabalho de estudo. Aplicar métodos ao trabalho é o caminho. Antes de (...)

Horizontes da Filosofia

14.08.19, António Pinela
Desde a sua origem, muito se tem dito sobre a filosofia. Para uns é muito importante, pois, diz-se, ela nos faz pensar e ajuda-nos a procurar o caminho da verdade; para outros, não é tanto assim, não passando de pura elucubração que anima o espírito dos filósofos. Pois que seja como cada um julgar. Filosofia é liberdade. Desde que me encontrei com a Filosofia, intui que esta disciplina é uma concepção do mundo e da vida, é amor pela sabedoria, é reflexão crítica e (...)

Para que serve a Filosofia

21.07.19, António Pinela
  Num texto de iniciação, como este, procurarei, no decurso da reflexão, esclarecer a principal interrogação do mesmo: “Para que serve a Filosofia?”; enquanto o leitor ir-se-á apercebendo, naturalmente, que outras questões (menores e/ou mais elaboradas) brotarão no seu espírito; verificando que é da vivência da Filosofia que brotarão muitas perguntas que, por certo, quererá ver esclarecidas. Com efeito, é do esclarecimento das nossas dúvidas que vamos construindo o saber

Das coisas simples se faz Filosofia

16.07.19, António Pinela
Ainda a propósito das “dificuldades” da Filosofia, leiamos, já a seguir, a belíssima quadra do grande poeta (dito popular) algarvio, António Aleixo: “Eu não tenho as vistas largas, Nem grande sabedoria, Mas dão-me as horas amargas Lições de filosofia”. Vejamos, ainda, como se expressa a sensibilidade estética e filosófica do poeta, num trecho intitulado do Auto do Ti Jaquim: «Ti Jaquim: Os homens não se conhecem uns aos outros ― e então, vivem na grande ilusão. Qu (...)

Em que estás a pensar?

08.08.18, António Pinela
  «Em que estás a pensar?» Pergunta-nos o Facebook, quando acedemos à nossa página. Em Sócrates, o filósofo. Disse para comigo. E porquê Sócrates? Interrogar-me-á o leitor. Lembrei-me da sua sabedoria que parte da nesciência: “SÓ SEI QUE NADA SEI”. Mas logo acrescentava o filósofo: “NO ENTANTO SUPERO A GENERALIDADE DOS HOMENS QUE NEM ISSO SABEM”. Moral da história: é uma pena que nem todos sejamos capazes de reconhecer a nossa própria ignorância. Quando isto (...)

No melhor pano cai a nódoa

29.07.18, António Pinela
O BE tem feito uma campanha fortíssima contra a especulação imobiliária por todo o país e, particularmente, em Lisboa. Nalguns aspectos o Bloco até tem acertado nas denúncias feitas, noutros tem exagerado. E quando é que exagera? Quando se arvora em consciência nacional. O discurso moralista de Catarina Martins, que mais parece uma “velha beata” a chamar a atenção dos netos, é inapropriado. E ela devia ter consciência disso; mas não, a sua sanha de maldizer (que é em (...)

Autoconfiança e auto-estima

05.01.18, António Pinela
Nota-se, frequentemente, um défice de autoconfiança e de auto-estima em cada um de nós. Aliás, somos um pouco dados a subestimar as nossas capacidades empreendedoras. Por um motivo ou outro, facilmente, no tempo que corre, verifica-se o declínio destes dois motores da vida humana. Cada um de nós sabe que existe a nossa afirmação do Eu, ou Ego, independente da sua definição, que é o que menos importa, neste texto. Sabemos que algo existe e que nos motiva. Compreendemos que (...)

Filosofia da linguagem

27.11.17, António Pinela
A forma com se diz também diz 1. Há uns dias, num programa de “corte e costura”, na RTP 1, uma conceituada estilista, modista…, ou sei lá o quê, falando aos concorrentes, disse, mais ou menos, assim: é muito importante a vossa participação, “blá-blá-blá”, que quer dizer, discurso sem grande conteúdo. E a senhora remata com grande eloquência: vamos encontrar-nos por aí, porque nós (as pessoas importantes nesta área) precisamos de pessoas como vocês! Portanto, os (...)

Filosofia da vida 01

26.11.17, António Pinela
Com alguma frequência, tenho ouvido, na televisão, alguns artistas consagrados, e bem conhecidos, queixarem-se das suas magras reformas. Eles têm referido valores na ordem dos 300 e tal euros. Esta “informação” tem-me causado alguma reflexão: o que terá acontecido a estas pessoas, que depois de tantos anos de trabalho, auferem reformas tão pequenas? Estes artistas, que têm tido participações constantes e relevantes em programas de televisão: como telenovelas e outros, (...)

Liberdade humana

30.09.17, António Pinela
 A vida humana constitui, a cada momento, um todo. Tanto é assim que os nossos actos presentes são sempre influenciados pela nossa história de vida. Lenta, mas progressivamente, o homem vai-se circunscrevendo aos limites da sua vida momentânea e vai perdendo liberdade, porque cada vez mais o peso do seu passado influência o seu presente. A liberdade humana está sempre comprometida com o existir. Com efeito, não existe liberdade abstracta. Assim, pode dizer-se que o homem está (...)

Dar passos maiores do que a perna

09.09.17, António Pinela
O PCP e o BE não gostaram de ouvir de António Costa que não é possível “dar passos maiores do que a perna”, reportando-se ao Orçamento de Estado para 2018. Provavelmente, tanto Jerónimo de Sousa como Catarina Martins ainda não intuíram da possibilidade de António Costa também não gostar de ouvir algumas [muitas] coisas que dizem, no que respeito diz à sua governação. Quem ouvir, por exemplo, Catarina Martins, no seu afã de mostrar protagonismo, fica com a sensação (...)

A reforma do estado

07.09.17, António Pinela
Amiúde vem à baila a dita “REFORMA DO ESTADO”. Ouvimos e vemos nas TV’s e lemos nos jornais que urge que Portugal faça as Reformas Estruturais. Reformas e mais reformas é o que reclama a direita, direitíssima, portuguesa, sobretudo aquela que governou no período da TROIKA, e agora, a contragosto, está na oposição. Mas, políticos, amanuenses e comentadores, tudo pessoas bem-pensantes apenas nos dizem: é preciso fazer a Reforma do Estado. Mas ficam-se por aqui. Não dizem (...)

“Praia da Comporta!”

22.08.17, António Pinela
O seu a seu dono. Nem a Herdade da Comporta, situada nos conselhos de Alcácer do Sal e Grândola, nem os comentadores de outiva, sobres a região, são justos para com a Aldeia do Carvalhal [freguesia], quando nomeiam as praias e restaurantes da praia “da Comporta”. Já chega de ignorar o Carvalhal, cuja costa atlântica se estende por cerca de 30 quilómetros, desde Tróia a Pinheiro da Cruz. Pelo menos digam “Praia de Comporta” [não da Comporta] e seus restaurantes que ficam (...)

Pós-verdade 2

12.08.17, António Pinela
No interior do jornal que leio, hoje, o DN, está escrito em título: «Sobreviver num mundo da pós-verdade»! Mais uma vez interrogo: que é a “pós-verdade”? Por que se corre a onda de um qualquer neologista, sem se cuidar de analisar os “conteúdos” que se escrevem? A função da linguagem metalinguística resolveria esta questão, mas provavelmente estou a ser algo exigente. Seja como for, como cada um de nós leia esta expressão, gostaria de alguma informação sobre a (...)

Pós-verdade 1

09.07.17, António Pinela
Que é a “pós-verdade”? De quando-em-quando emergem por aí uns “criadores neológicos”, que grafam a negação neológica. Refiro-me, obviamente, à criação da expressão «pós-verdade»! Do ponto de vista de quem emprega este termo, quererá dizer, provavelmente, “a sua verdade”, aquela que, do ponto de vista lógico, não convém a mais ninguém, nem à própria verdade. Do ponto de vista filosófico, a «pós-verdade» é, já o sabemos, uma não verdade; ou como (...)

Sebastião Pereira, o "jornalista" escondido

28.06.17, António Pinela
Um tal “jornalista” português, Sebastião Pereira, escondido atrás da cortina do pseudónimo, critica o governo português, num jornal espanhol, “El Mundo”, a propósito da desgraça que se abateu sobre Pedrogão Grande. Porquê sob pseudónimo? Então, para criticar o governo é preciso esconder-se? É preciso “refugiar-se” em Espanha? Ou é falta de coragem para dizer claramente o que “Sebastião Pereira” [ou lá o que ele seja] pensa, mas que não é capaz, com receio (...)

Politiquices com a dor alheia

21.06.17, António Pinela
Há por aí uns políticos/as - quais abutres! - que não respeitando, sequer, a dor daqueles que tantos familiares e amigos perderam, já estão a fazer política, digo: politiquice, com a desgraça alheia, pedindo já a cabeça daqueles que, eventualmente, tenham falhado em Pedrogão Grande. Arre! Deixem o rescaldo arrefecer. Depois, no Parlamento, onde parece que estão, façam a sua CRÍTICA, ou seja: Façam uma análise clara e esclarecedora da situação, Indiquem o que correu bem, Indiqu (...)

Onde estão as Ideias?

10.06.17, António Pinela
«Quando muitas vezes os jornalistas dizem que não há ideias, esquecem-se de que é preciso ir procurá-las onde elas estão: no trabalho dos filósofos. E os filósofos portugueses trabalham. Talvez de uma forma demasiado silenciosa, mas trabalham. Só que - ao contrário do que se tinha a ilusão de acontecer noutros tempos - as ideias que eles produzem não se traduzem directamente em efeitos políticos. São políticas, por vezes, mas de uma forma indirecta. E por isso passam (...)