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FILOSOFIA

A Filosofia é uma concepção do mundo e da vida, é amor pela sabedoria, é reflexão crítica e investigativa do conhecimento e do ser. António A. B. Pinela.

FILOSOFIA

A Filosofia é uma concepção do mundo e da vida, é amor pela sabedoria, é reflexão crítica e investigativa do conhecimento e do ser. António A. B. Pinela.

Liberdade humana

30.09.17, António Pinela
 A vida humana constitui, a cada momento, um todo. Tanto é assim que os nossos actos presentes são sempre influenciados pela nossa história de vida. Lenta, mas progressivamente, o homem vai-se circunscrevendo aos limites da sua vida momentânea e vai perdendo liberdade, porque cada vez mais o peso do seu passado influência o seu presente. A liberdade humana está sempre comprometida com o existir. Com efeito, não existe liberdade abstracta. Assim, pode dizer-se que o homem está (...)

Dar passos maiores do que a perna

09.09.17, António Pinela
O PCP e o BE não gostaram de ouvir de António Costa que não é possível “dar passos maiores do que a perna”, reportando-se ao Orçamento de Estado para 2018. Provavelmente, tanto Jerónimo de Sousa como Catarina Martins ainda não intuíram da possibilidade de António Costa também não gostar de ouvir algumas [muitas] coisas que dizem, no que respeito diz à sua governação. Quem ouvir, por exemplo, Catarina Martins, no seu afã de mostrar protagonismo, fica com a sensação (...)

A reforma do estado

07.09.17, António Pinela
Amiúde vem à baila a dita “REFORMA DO ESTADO”. Ouvimos e vemos nas TV’s e lemos nos jornais que urge que Portugal faça as Reformas Estruturais. Reformas e mais reformas é o que reclama a direita, direitíssima, portuguesa, sobretudo aquela que governou no período da TROIKA, e agora, a contragosto, está na oposição. Mas, políticos, amanuenses e comentadores, tudo pessoas bem-pensantes apenas nos dizem: é preciso fazer a Reforma do Estado. Mas ficam-se por aqui. Não dizem (...)

“Praia da Comporta!”

22.08.17, António Pinela
O seu a seu dono. Nem a Herdade da Comporta, situada nos conselhos de Alcácer do Sal e Grândola, nem os comentadores de outiva, sobres a região, são justos para com a Aldeia do Carvalhal [freguesia], quando nomeiam as praias e restaurantes da praia “da Comporta”. Já chega de ignorar o Carvalhal, cuja costa atlântica se estende por cerca de 30 quilómetros, desde Tróia a Pinheiro da Cruz. Pelo menos digam “Praia de Comporta” [não da Comporta] e seus restaurantes que ficam (...)

Pós-verdade 2

12.08.17, António Pinela
No interior do jornal que leio, hoje, o DN, está escrito em título: «Sobreviver num mundo da pós-verdade»! Mais uma vez interrogo: que é a “pós-verdade”? Por que se corre a onda de um qualquer neologista, sem se cuidar de analisar os “conteúdos” que se escrevem? A função da linguagem metalinguística resolveria esta questão, mas provavelmente estou a ser algo exigente. Seja como for, como cada um de nós leia esta expressão, gostaria de alguma informação sobre a (...)

Pós-verdade 1

09.07.17, António Pinela
Que é a “pós-verdade”? De quando-em-quando emergem por aí uns “criadores neológicos”, que grafam a negação neológica. Refiro-me, obviamente, à criação da expressão «pós-verdade»! Do ponto de vista de quem emprega este termo, quererá dizer, provavelmente, “a sua verdade”, aquela que, do ponto de vista lógico, não convém a mais ninguém, nem à própria verdade. Do ponto de vista filosófico, a «pós-verdade» é, já o sabemos, uma não verdade; ou como (...)

Sebastião Pereira, o "jornalista" escondido

28.06.17, António Pinela
Um tal “jornalista” português, Sebastião Pereira, escondido atrás da cortina do pseudónimo, critica o governo português, num jornal espanhol, “El Mundo”, a propósito da desgraça que se abateu sobre Pedrogão Grande. Porquê sob pseudónimo? Então, para criticar o governo é preciso esconder-se? É preciso “refugiar-se” em Espanha? Ou é falta de coragem para dizer claramente o que “Sebastião Pereira” [ou lá o que ele seja] pensa, mas que não é capaz, com receio (...)

Politiquices com a dor alheia

21.06.17, António Pinela
Há por aí uns políticos/as - quais abutres! - que não respeitando, sequer, a dor daqueles que tantos familiares e amigos perderam, já estão a fazer política, digo: politiquice, com a desgraça alheia, pedindo já a cabeça daqueles que, eventualmente, tenham falhado em Pedrogão Grande. Arre! Deixem o rescaldo arrefecer. Depois, no Parlamento, onde parece que estão, façam a sua CRÍTICA, ou seja: Façam uma análise clara e esclarecedora da situação, Indiquem o que correu bem, Indiqu (...)

Onde estão as Ideias?

10.06.17, António Pinela
«Quando muitas vezes os jornalistas dizem que não há ideias, esquecem-se de que é preciso ir procurá-las onde elas estão: no trabalho dos filósofos. E os filósofos portugueses trabalham. Talvez de uma forma demasiado silenciosa, mas trabalham. Só que - ao contrário do que se tinha a ilusão de acontecer noutros tempos - as ideias que eles produzem não se traduzem directamente em efeitos políticos. São políticas, por vezes, mas de uma forma indirecta. E por isso passam (...)

Perguntaram a Dalai Lama...

09.06.17, António Pinela
"O que mais te surpreende na Humanidade?" E ele respondeu: "Os Homens... porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido." (Dalai Lama).

Somos vistos pelo que fazemos e somos

08.06.17, António Pinela
Vivemos num tempo em que a moda é parecer ao invés de ser. Os modismos estão por aí em todos os sítios. E navega-se um pouco à espera que surja uma nova moda para que entremos nela. Se a moda vigente é dizer palavrão, então temos todos de dizer palavrão, é de bom tom, senão ainda nos vão considerar cotas, velhos e antiquados; mas se a moda é o snobismo, há que ser snobe e, como tal, temos que, custe o que custar, pertencer ao grupo dos tios e das tias, senão não entramos (...)

A interdependência ecológica

03.06.17, António Pinela
A observação das relações que os seres vivos mantêm com o meio, em que vivem, nem sempre estimulou muito os estudiosos. Mas no século XX, as intervenções do homem, nem sempre felizes, e as consequências da civilização industrial, puseram particularmente em perigo a ecologia, com a destruição de diversas espécies indispensáveis ao equilíbrio ecossistémico. A maior parte dos países ocidentais já tomou consciência do fenómeno e começou a tomar medidas. Teve grande (...)

Todos somos filósofos

02.06.17, António Pinela
A Filosofia está ao alcance do entendimento comum, para que possa servir de orientação a quem dela carece directamente, embora os grandes desenvolvimentos estejam, de certo modo, "reservados" a especialistas, os filósofos, aqueles que tudo questionam, fazendo dessa forma avançar o conhecimento para uma melhor compreensão do mundo. Neste nível de reflexão está em causa pensar o que envolve a humanidade. Antevir, nesta dimensão do pensamento, requer persistência e coerência (...)

Cavaco Silva e o seu roteiro.

12.11.15, António Pinela
Cavaco Silva vai à Madeira segunda e terça-feira (dias 16 e 17 próximos). Título do evento: «jornada do Roteiro para uma Economia Dinâmica». Matéria para o seu próximo livro, isto: Roteiro. Segundo a minha opinião e também, presumo, do Sr. Presidente da República, não há nenhuma crise política em Portugal, isto é, não há nenhum problema de governabilidade: O governo de Passos Coelho não foi demitido pela Assembleia da República (terça-feira, 10.11.15)); o governo (...)

Os vícios e as virtudes

22.10.15, António Pinela
Vale a pena estar atento ao discurso político mais veiculado, nestes dias que passam, por políticos e comentadores que foram seduzidos pela lógica aristotélica e alinhados com o seguinte silogismo clássico: Quem governa a Europa são os “mercados” (isto é, a direita), Portugal faz parte da Europa, Logo, quem governa (deve governar) Portugal são os mercados (isto é, a direita). Tão simples como isto. O que Aristóteles (filósofo grego) inventou! Eles que tanto criticam a Grécia! (...)

Costa "será" preso por ter cão e preso não o ter

11.10.15, António Pinela
Na minha opinião, António Costa vive a sua pior situação política, desde sempre. Que deve fazer António Costa e o PS? 1. Um governo com o PCP e o BE, ou deixar que o PSD/CDS formem governo? 2. Se fizer um governo com o PCP / BE, quanto tempo irá durar este tipo de governo, uns meses (até ao Orçamento de Estado), um ano, dois… Luís fazenda em entrevista ao jornal Observador diz que o PS tem todas as condições para constituir governo, porque não lhe faltará apoio ao (...)

Um dia depois

05.10.15, António Pinela
Tenho acompanhado, hoje, os comentários que se fazem por aqui na Net., claro está, relativamente às eleições de ontem. Dizem uns que o PS deve fazer acordos pontuais, de incidência Parlamentar, com o PSD/CDS, sem se envolver no governo, deste que este respeite aquelas balizas que António Costa lhes marcou ontem (síntese): terminar com a austeridade; promover o crescimento económico e o emprego; fortalecer o estado social. Dizem outros que não. Costa deve fazer cair um governo (...)

Cmtv ao ataque

04.10.15, António Pinela
A CMTV fez sentinela na rua Abade Faria, em frente ao número 33, à espera que o Eng. José Sócrates saísse de casa, para ir exercer o seu direito de voto, e lhe “arrancar” uma primeira declaração política, jurídica, sei lá, para, depois, durante todo o dia, e na semana seguinte, apregoarem: “fomos os primeiros a conseguir uma declaração, em primeira mão, do Sócrates” (é assim que eles o tratam). INGÉNUOS! Então, depois de tanto o perseguirem, de o julgarem e (...)

Histórias para crianças contadas por Passos Coelho

30.08.15, António Pinela
Conta Passos Coelho, o ainda primeiro-ministro e presidente do PSD: «Nós para crescer precisamos de financiamento, e para ter financiamento precisamos de pôr as contas em ordem. O resto (…) é uma história para crianças», preleccionou, alegremente Passos, no encerramento da “Universidade de Verão do PSD”, em Castelo de Vide (30.08.2015). E quais são essas “histórias para crianças” do reportório de Passos Coelho? Rebuscámos apenas algumas, as mais preferidas do (...)

Que os eurocratas deixem de humilhar o povo da Grécia

12.07.15, António Pinela
Para os ignaros da história e da cultura, que dirigem a Europa desde Estrasburgo e Bruxelas, sob orientação da Alemanha; para os jotas e os sem profissão que viram na União Europeia um rico modo de vida, auferindo salários, reformas e benesses que ofende quem trabalha; para os eurocratas vingativos e ao serviço dos ditos mercados; para aqueles que estão a colocar a Grécia no colo da Rússia; eu, cidadão português e da europa, humildemente lhes recomendo que, pelo menos, leiam o texto infra