Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

FILOSOFIA

A Filosofia é uma concepção do mundo e da vida, é amor pela sabedoria, é reflexão crítica e investigativa do conhecimento e do ser. António A. B. Pinela.

FILOSOFIA

A Filosofia é uma concepção do mundo e da vida, é amor pela sabedoria, é reflexão crítica e investigativa do conhecimento e do ser. António A. B. Pinela.

Autoconfiança e auto-estima

05.01.18, António Pinela
Nota-se, frequentemente, um défice de autoconfiança e de auto-estima em cada um de nós. Aliás, somos um pouco dados a subestimar as nossas capacidades empreendedoras. Por um motivo ou outro, facilmente, no tempo que corre, verifica-se o declínio destes dois motores da vida humana. Cada um de nós sabe que existe a nossa afirmação do Eu, ou Ego, independente da sua definição, que é o que menos importa, neste texto. Sabemos que algo existe e que nos motiva. Compreendemos que (...)

Liberdade humana

30.09.17, António Pinela
 A vida humana constitui, a cada momento, um todo. Tanto é assim que os nossos actos presentes são sempre influenciados pela nossa história de vida. Lenta, mas progressivamente, o homem vai-se circunscrevendo aos limites da sua vida momentânea e vai perdendo liberdade, porque cada vez mais o peso do seu passado influência o seu presente. A liberdade humana está sempre comprometida com o existir. Com efeito, não existe liberdade abstracta. Assim, pode dizer-se que o homem está (...)

Pós-verdade 2

12.08.17, António Pinela
No interior do jornal que leio, hoje, o DN, está escrito em título: «Sobreviver num mundo da pós-verdade»! Mais uma vez interrogo: que é a “pós-verdade”? Por que se corre a onda de um qualquer neologista, sem se cuidar de analisar os “conteúdos” que se escrevem? A função da linguagem metalinguística resolveria esta questão, mas provavelmente estou a ser algo exigente. Seja como for, como cada um de nós leia esta expressão, gostaria de alguma informação sobre a (...)

Pós-verdade 1

09.07.17, António Pinela
Que é a “pós-verdade”? De quando-em-quando emergem por aí uns “criadores neológicos”, que grafam a negação neológica. Refiro-me, obviamente, à criação da expressão «pós-verdade»! Do ponto de vista de quem emprega este termo, quererá dizer, provavelmente, “a sua verdade”, aquela que, do ponto de vista lógico, não convém a mais ninguém, nem à própria verdade. Do ponto de vista filosófico, a «pós-verdade» é, já o sabemos, uma não verdade; ou como (...)

Sebastião Pereira, o "jornalista" escondido

28.06.17, António Pinela
Um tal “jornalista” português, Sebastião Pereira, escondido atrás da cortina do pseudónimo, critica o governo português, num jornal espanhol, “El Mundo”, a propósito da desgraça que se abateu sobre Pedrogão Grande. Porquê sob pseudónimo? Então, para criticar o governo é preciso esconder-se? É preciso “refugiar-se” em Espanha? Ou é falta de coragem para dizer claramente o que “Sebastião Pereira” [ou lá o que ele seja] pensa, mas que não é capaz, com receio (...)

Politiquices com a dor alheia

21.06.17, António Pinela
Há por aí uns políticos/as - quais abutres! - que não respeitando, sequer, a dor daqueles que tantos familiares e amigos perderam, já estão a fazer política, digo: politiquice, com a desgraça alheia, pedindo já a cabeça daqueles que, eventualmente, tenham falhado em Pedrogão Grande. Arre! Deixem o rescaldo arrefecer. Depois, no Parlamento, onde parece que estão, façam a sua CRÍTICA, ou seja: Façam uma análise clara e esclarecedora da situação, Indiquem o que correu bem, Indiqu (...)

Perguntaram a Dalai Lama...

09.06.17, António Pinela
"O que mais te surpreende na Humanidade?" E ele respondeu: "Os Homens... porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido." (Dalai Lama).

Somos vistos pelo que fazemos e somos

08.06.17, António Pinela
Vivemos num tempo em que a moda é parecer ao invés de ser. Os modismos estão por aí em todos os sítios. E navega-se um pouco à espera que surja uma nova moda para que entremos nela. Se a moda vigente é dizer palavrão, então temos todos de dizer palavrão, é de bom tom, senão ainda nos vão considerar cotas, velhos e antiquados; mas se a moda é o snobismo, há que ser snobe e, como tal, temos que, custe o que custar, pertencer ao grupo dos tios e das tias, senão não entramos (...)